Sabe
aquele churrasco
entre amigos
que toda a turma se reúne para matar a saudade? Pois é, os
convidados saciaram não só a saudade, mas todos os
desejos e fantasias sexuais. Como
todos os anos, reunimos a galera da Faculdade para um encontro, que
sempre acontece em uma chácara nos arredores da cidade. A festa
estava tranquila, com apenas 10 pessoas, muito diferente das 40 que
normalmente costumavam ir. Com muita bebida, logo surgiu a ideia
clássica da brincadeira
‘verdade ou desafio’.
A primeira fui eu e escolhi o desafio, louca
pela diversão.
O pedido veio do meu marido, que falou
para eu dançar sensualmente em frente ao seu antigo colega.
Envergonhada, me levantei, ajeitei o biquíni e comecei a dançar e
rebolar até o chão, no ritmo da música que tocava no rádio…
Entre assovios e palmas, percebi
o volume crescendo na bermuda do colega,
que passou a me
olhar de um jeito tarado.
Corada de vergonha e curiosa em saber o rumo que aquela brincadeira
ia tomar, girei novamente a garrafa, que apontou para um dos meus
amigos.
Resolvi
arriscar um pouco mais e mandei que ele
tirasse, com a boca, a parte de cima do biquíni
de uma das meninas da roda. Os homens aplaudiram a ideia e as
mulheres, apesar de envergonhadas, se renderam à situação… Ele
se levantou, caminhou até outra coleguinha e, apenas com os dentes,
arrancou a minúscula peça que ela usava, revelando seios lindos,
que delatavam a excitação
que ela estava sentindo.
Meu amigo, já embriagado,
se aproveitou da situação e deu uma leve
mordida em seu mamilo,
um gesto que foi o ponto de partida para a noite mais louca que
vivemos. Bruna, gemeu
alto
com a surpresa e puxou a cabeça do meu amigo para junto de seu
peito. A
mordida virou um chupão, que evoluiu para um beijo na boca, seguido
imediatamente por todos que estavam na roda. Meu marido partiu para
cima de uma colega, que
já estava nua,
sendo saboreada por nosso colega. Eu me livrei do biquíni e agarrei
meu colega, louca para receber aquele volume entre as minhas pernas.
Sentei sobre sua cintura e direcionei seu pau para a entrada da minha
vagina. Coloquei uma camisinha e enfiei
aquele mastro em mim,
tudo de uma vez. Rebolava,
gemia e gritava como se estivesse em um filme pornô! Todos
estavam envolvidos naquela brincadeira! Pela primeira vez, beijei
outra mulher
e, para minha surpresa, foi muito bom, tão profundo quanto o beijo
de um homem, só que muito mais carinhoso e envolvente! Meu colega e
um amigo decidiram testar
meus limites e começaram a me penetrar ao mesmo tempo, pela frente e
por trás!
A sensação de ser totalmente preenchida era ótima, ainda mais
quando
recebia os beijos e os carinhos de Bruna.
A
transa durou até o nascer do sol e eu perdi as contas de quantas
vezes cheguei ao orgasmo!
A brincadeira foi tão boa que passamos a ter duas festas por ano,
uma com a turma toda e outra, muito mais interessante, apenas para
aqueles casais!
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