Quer swingar com o casal?

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

E quando o sexo é ruim, tem solução? A Sexóloga Izabel dá dicas para você dizer o que quer na cama.


 Se aconteceu alguma coisa no meio do caminho e você percebeu que o tempo passado na cama não é satisfatório, vale iniciar uma aproximação para reverter isso. 
   A sexóloga Izabel lembra que, antes de abordar o parceiro, você tem que saber o que exatamente está errado. É o tal do autoconhecimento – que serve pra tudo, até pra lidar com sexo ruim: só sabendo do que você gosta pra saber do que você não gosta, né?

Na cama, dê dicas

Se você ainda não consegue verbalizar o que quer na hora do sexo, deixe que seu corpo fale. Gemidos, conduzir as mãos e qualquer outra maneira de indicar estão valendo! Você tem que entender que nem sempre a outra pessoa vai poder adivinhar as coisas sozinha.
– Um dos problemas mais comuns é a preliminar muito rápida. A mulher acaba fazendo sexo antes de estar pronta porque o homem já está pronto faz tempo. Aqui vale muito usar o corpo, por exemplo: se outra pessoa já está começando a baixar a cabeça para fazer sexo oral mas você ainda está curtindo os beijos, sinalize como aquele momento, o do beijo, está bom.

Escolha o local ideal para falar

Quando o assunto é sexo, a cama serve apenas para fazê-lo. Segundo Izabel, não se deve ter um papo cabeça na cama – e, a não ser que você esteja falando coisas quentes no ouvido, falar sobre sexo configura papo cabeça. O melhor local para explorar verbalmente os desencontros da hora H é um que seja tranquilo para o casal.
– Quem sabe na mesa, durante um jantar, quando vocês estiverem bem um com o outro: esse tipo é o momento ideal para tocar no assunto. Sem acusações nem mágoas reprimidas, a comunicação fica mais fácil e tem mais chances de ser efetiva.

Comece a conversa com elogios

Izabel é direta: se só tem coisa ruim, cai fora que então definitivamente não vale a pena. Se tem coisas boas, dê valor para elas. Essa delicadeza muda completamente o tom da conversa:
– Fale das coisas que você adora, como o beijo, a companhia ou qualquer outro detalhe. Você não quer minar a autoconfiança da outra pessoa, aliás, quanto mais segura ela se sentir, mais bem recebida será a conversa. E então você comenta que tem algo que poderiam melhorar – ensina.
A ideia, segundo a sexóloga, é começar uma conversa que não pareça uma crítica ou uma acusação, mas uma proposta. Do tipo, vamos tentar melhorar isso juntos?

Fale de si

Quando você fala de si, o outro não vai precisar se defender, porque não é uma acusação. Explique como você se sente, do que você gosta, do que você não é muito fã, o que você acha que não está funcionando. A pessoa que está contigo vai querer que você se sinta bem e esse tipo de aproximação pode fazer com que ele pense sobre o assunto.

E se ele não prestar muita atenção…

Sexo é natural, mas falar sobre sexo é mais complicado mesmo. Se você tentou dar sinais, puxou o papo ou falou como se sentia e o parceiro não fez muito caso, tente insistir:
– Talvez você tenha que dar um papo reto mesmo, mas a regra de comunicação segue a mesma. Vale começar a conversa lembrando que você já falou sobre isso mas que, talvez, não tenha sido compreendida.

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