domingo, 13 de maio de 2018

Churrasco quente com a turma da Faculdade!!

 

  Sabe aquele churrasco entre amigos que toda a turma se reúne para matar a saudade? Pois é, os convidados saciaram não só a saudade, mas todos os desejos e fantasias sexuais. Como todos os anos, reunimos a galera da Faculdade para um encontro, que sempre acontece em uma chácara nos arredores da cidade. A festa estava tranquila, com apenas 10 pessoas, muito diferente das 40 que normalmente costumavam ir. Com muita bebida, logo surgiu a ideia clássica da brincadeira ‘verdade ou desafio’. A primeira fui eu e escolhi o desafio, louca pela diversão. O pedido veio do meu marido, que falou para eu dançar sensualmente em frente ao seu antigo colega. Envergonhada, me levantei, ajeitei o biquíni e comecei a dançar e rebolar até o chão, no ritmo da música que tocava no rádio… Entre assovios e palmas, percebi o volume crescendo na bermuda do colega, que passou a me olhar de um jeito tarado. Corada de vergonha e curiosa em saber o rumo que aquela brincadeira ia tomar, girei novamente a garrafa, que apontou para um dos meus amigos. Resolvi arriscar um pouco mais e mandei que ele tirasse, com a boca, a parte de cima do biquíni de uma das meninas da roda. Os homens aplaudiram a ideia e as mulheres, apesar de envergonhadas, se renderam à situação… Ele se levantou, caminhou até outra coleguinha e, apenas com os dentes, arrancou a minúscula peça que ela usava, revelando seios lindos, que delatavam a excitação que ela estava sentindo. Meu amigo, já embriagado, se aproveitou da situação e deu uma leve mordida em seu mamilo, um gesto que foi o ponto de partida para a noite mais louca que vivemos. Bruna, gemeu alto com a surpresa e puxou a cabeça do meu amigo para junto de seu peito. A mordida virou um chupão, que evoluiu para um beijo na boca, seguido imediatamente por todos que estavam na roda. Meu marido partiu para cima de uma colega, que já estava nua, sendo saboreada por nosso colega. Eu me livrei do biquíni e agarrei meu colega, louca para receber aquele volume entre as minhas pernas. Sentei sobre sua cintura e direcionei seu pau para a entrada da minha vagina. Coloquei uma camisinha e enfiei aquele mastro em mim, tudo de uma vez. Rebolava, gemia e gritava como se estivesse em um filme pornô! Todos estavam envolvidos naquela brincadeira! Pela primeira vez, beijei outra mulher e, para minha surpresa, foi muito bom, tão profundo quanto o beijo de um homem, só que muito mais carinhoso e envolvente! Meu colega e um amigo decidiram testar meus limites e começaram a me penetrar ao mesmo tempo, pela frente e por trás! A sensação de ser totalmente preenchida era ótima, ainda mais quando recebia os beijos e os carinhos de Bruna. A transa durou até o nascer do sol e eu perdi as contas de quantas vezes cheguei ao orgasmo! A brincadeira foi tão boa que passamos a ter duas festas por ano, uma com a turma toda e outra, muito mais interessante, apenas para aqueles casais! 

Redigido pela Sra. KsalRD baseado no conto de Lirian Coelho




 

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Minha esposa mandou eu ficar só olhando e participar só quando ela mandasse!!!



Olá amigos, para quem ainda não me conhece sou o Sr. RD um corno assumido, submisso e que faz tudo que a esposa manda.
Vamos ao relato verídico que venho contar aos amigos.
No dia 28/05/18 estávamos em casa a procura de uma diversão sexual, pois minha esposa estava já pegando fogo e como sou um corninho muito obediente passei a semana todo só sentindo o cheiro da bucetinha dela sem poder come-la pois ela havia imposto isto, pois queria se guardar para o próximo macho que fosse come-la, porém ela já estava pegando fogo e subindo as paredes, como fazemos parte de um site de swing, começamos a olhar e procurar um comedor de pau bem grosso, busca vai busca vem encontramos um amigo no qual a minha esposa logo ao ver as fotos ficou uma cachoeira super molhada, ela então começou a conversar com ele e marcamos o encontro para logo mais a noite, porém como ela havia conversado com ele via whats eu não fiquei sabendo o teor da conversa.
 Lá pelas 19 hrs minha esposinha começou a se arrumar, mandou eu depilar sua buceta e deixar bem lisinha pois ela seria muito usada aquela noite,  e ordenou que eu depilasse meu peito e também deixasse bem lisinho (já que tenho mamilos gordinhos que ficam parecendo tetinhas), e depilasse minha bundinha também pois como ela adora me ver rebolando também em uma vara eu já havia sacado o que aconteceria, engano meu eu havia tirado conclusões muito precipitadas, minha linda esposa colocou um vestidinho bem curtinho e já foi sem calcinha..
Logo chegou a hora de irmos para a diversão, chegamos no local marcado e não demorou muito chegou um carro e dentro estava um rapaz bem educado, aparentando uns 42 anos, magro e bem bonito, como nós estávamos sem carro ele pediu para entrarmos no carro, o que prontamente foi feito, eu no banco de trás e minha mulher no banco da frente, e o amigo não se fez de rogado, assim que minha mulher fechou a porta do carro ele já tascou um beijo bem demorado nela, para depois se apresentar seu nome era Saulo, nossa eu já fiquei de pau duro só de ver ele devorando ela com aquele beijo na boca, após ele se apresentar minha esposinha levantou sua sainha e mostrou sua bucetinha e perguntou se estava do jeitinho que ele gosta, logo nosso amigo foi passando a mão e já vendo que ela estava uma cachoeira de tesão, ele logo disse que estava uma delícia, partimos em direção a sua casa pois ele residia sozinho. Chegamos no seu apto, Saulo abriu a porta e já foi agarrando ela e outra vez a beijando como se fossem amantes, confesso que quase gozei só de ver eles assim, em segundos minha esposa já estava abrindo as calças  dele e conferindo seu pau que nossa era muito grosso, não muito comprido, mas extremamente grosso, ela caiu de boca e mandava eu olhar dizendo:
- Olha CORNO isto sim é um belo pau, vou fuder a noite todinha com o Saulo!!!
Nossa eu já tava com água na boca louco que minha esposa me mandasse experimentar o gosto dele, que logo ela o fez, não me fiz de rogado mamei como se fosse um bezerro faminto de tão gostoso era o pau dele, e enquanto eu mamava ela tirava o vestido e deitava no sofá se oferecendo para ele dizendo:
- Vem meu comedor mostra para este CORNO como é que se fode uma puta!!!
Saulo então tirou o pau da minha boca e foi para o sofá, chupar a buceta da minha esposa, ficaram ali um tempinho sem avançar o sinal, pois sem eu saber eles estavam esperando mais uma pessoa.
Após uns 20 minutos de chupação um 69 delicioso de ver, toca a campainha e o Nosso amigo Saulo diz para minha esposinha ir atender a porta do jeitinho que estava, ela não se intimidou e foi abrir a porta, logo entrou um homem lindo, mais lindo que o Saulo e mais alto devia ter uns 1,80 m, logo olhou minha esposa e disse :
- Oi eu sou o Marcelo, o Saulo me convidou para fazermos uma festinha a 3, nossa vc deve ser a Diana, UAU!! Que delícia você é, Saulo meu amigo vamos fazer ela gemer muito!!! aí ele olhou pra mim e disse : - Este deve ser teu corno, tudo bem seu corno, é bom vc saber que depois que começarmos a fuder tua esposa tu tens que ficar bem quietinho viu!!!
Fiz sinal de positivo e nem abri minha boca pra nada kkkk.
Marcelo já agarrou Diana e começou a enfiar os dedos na buceta enquanto Saulo batia uma punheta, e fez sinal para todos irmos para o quarto, chegamos no quarto  Diana já foi tirando a roupa de Marcelo que também tinha um pau grosso e comprido, era proporcional a sua altura, minha esposa abocanhou totalmente, e fez um delicioso Boquete nele, Saulo então se colocou ao lado do Amigo e deixaram os 2 paus para Diana mamar, foi quando minha esposa pediu para Saulo fazer aquilo que ela havia combinado com ele e olharam pra mim!!!

 Saulo saiu do quarto e veio com uma cadeira, algemas e um consolo do tamanho do pau do Marcelo, Diana colocou o consolo que tinha ventosa na cadeira, mandou eu virar de costas para os machos que começaram a passar salivas no meu cuzinho, senti o que iria acontecer, depois de bem lambuzado ela mandou que eu sentasse no consolo, sentei, no início doeu um pouco mas aos poucos entrou e me senti preenchido, lógico que eu preferia o pau de um dos machos me arrombando, mas como não me deram me conformei com o consolo, após eu sentar Diana mandou eu colocar os braços para trás, fiz e o Marcelo me algemou, enquanto minha esposa dizia pra mim:
- Olha aqui CORNO, você vai ficar aí olhando dois machos de verdade me comerem, mas como sou boazinha deixei este brinquedinho no teu cuzinho para você rebolar enquanto eu fico gemendo no pau dos meu machos.
e caíram na cama e o Saulo já foi metendo na buceta enquanto Diana molhava bem o Pau do Marcelo e assim foram revezando, então lá pelas tantas minha esposinha pediu para que eles fizessem uma DP nela logo pensei Diana vai ser rasgada ao meio com 2 paus deste calibre, mas antes ela mandou que eles mamassem na minhas tetinhas e batessem na minha cara com seus paus, eles o fizeram com maior gosto, nossa quase gozei quando revezavam com a boca nas minha tetinhas e me davam o pau para chupar.

Diana então chamou-os para comerem os seus buraquinhos sedentos, mas pediu para Marcos soltar minhas algemas pois queria que eles gozassem na minha cara para que eu bebesse todo o leite. Os machos então começaram a meter nela que urrou quando os 2 paus entraram e aos poucos começaram a bombar, Diana gritava e pedia que socassem mais, eles ficaram ali por uns 30 minutos metendo nela que havia gozado já umas 5 vezes, foi quando eles tiraram seus paus e mandaram eu deitar na cama de barriga pra cima e começaram a se punhetar, não demorou muito Saulo começou a jorrar leite na minha boca que Diana segurava, mesmo quase desfalecida de tanto fuder, mantinha aberta me fazendo engolir tudo, logo em seguida foi a vez de Marcelo jorrar muito leite que também bebi tudinho para delírio de Diana.
Logo que Marcelo gozou, Diana pediu para que eles fizessem a segunda parte do que havia combinado com Saulo, e os dois me pegaram pelos braços e me levaram em direção ao banheiro, mandaram eu ajoelhar na parte de dentro do box e tanto Saulo como Marcelo começaram a me dar um banho de chuva dourada, nunca havia experimentado e adorei, enquanto eu ficava ali tomando banho eu ouvia os gemidos e gritos da minha esposinha que estava outra vez dando para os machos, quando entrei no quarto ela estava sentada no pau de Marcelo e chupando o Saulo, que mandou eu ir para a sala e dormir e ficar bem quietinho como um ótimo corninho manso e submisso, foi o que eu fiz então, lá pelas altas horas da madrugada acordei e ouvi Diana ainda gemendo, fui pé por pé até o quarto e ela estava outra vez fazendo DP, voltei para a sala e dormi outra vez, não quis
incomodá-los,  na manhã seguinte acordei cedo fui olhar e minha esposa estava dormindo no meio dos machos, fui até a cozinha preparei o café bem reforçado, Lá pelas 10 hrs eles acordaram e Diana era uma felicidade só, inclusive a partir daquele dia ela nomeou-os como seus amantes fixos. Marcelo inclusive já veio me dando ordem e me proibindo de comer Diana, que a partir de agora eu iria somente sentir o cheiro e bater punheta, pois pelo menos uma vez na semana ela iria fuder com eles, e como eu não sou um macho a altura dela eu seria só o cheirador de buceta  punheteiro e quando um deles ou os dois fossem dormir na nossa casa eu dormiria no sofá e não atrapalharia a foda deles.
 E nesta semana Diana me mandou um recado dizendo que o Marcelo iria buscá-la no serviço e  dormiria com eles, mas que iria me fazer uma surpresa que pelas 20 hrs iria chegar a minha surpresa na nossa casa que era para eu aproveitar bem, pois o Saulo havia gostado de mim e quis me fazer este agrado.
Pelas 20:30 hrs toca a campainha eu atendo e um rapaz se identifica como Leonardo e diz que o Saulo havia mandado ele ir lá brincar a noite toda com um viadinho, Nossa mandei-o entrar e já fui agarrando o macho, que me fez sua mulher a noite toda!!!
Espero que tenham gostado!!!
Bjs do Sr. KsalRD.












segunda-feira, 16 de abril de 2018

E quando o sexo é ruim, tem solução? A Sexóloga Izabel dá dicas para você dizer o que quer na cama.


 Se aconteceu alguma coisa no meio do caminho e você percebeu que o tempo passado na cama não é satisfatório, vale iniciar uma aproximação para reverter isso. 
   A sexóloga Izabel lembra que, antes de abordar o parceiro, você tem que saber o que exatamente está errado. É o tal do autoconhecimento – que serve pra tudo, até pra lidar com sexo ruim: só sabendo do que você gosta pra saber do que você não gosta, né?

Na cama, dê dicas

Se você ainda não consegue verbalizar o que quer na hora do sexo, deixe que seu corpo fale. Gemidos, conduzir as mãos e qualquer outra maneira de indicar estão valendo! Você tem que entender que nem sempre a outra pessoa vai poder adivinhar as coisas sozinha.
– Um dos problemas mais comuns é a preliminar muito rápida. A mulher acaba fazendo sexo antes de estar pronta porque o homem já está pronto faz tempo. Aqui vale muito usar o corpo, por exemplo: se outra pessoa já está começando a baixar a cabeça para fazer sexo oral mas você ainda está curtindo os beijos, sinalize como aquele momento, o do beijo, está bom.

Escolha o local ideal para falar

Quando o assunto é sexo, a cama serve apenas para fazê-lo. Segundo Izabel, não se deve ter um papo cabeça na cama – e, a não ser que você esteja falando coisas quentes no ouvido, falar sobre sexo configura papo cabeça. O melhor local para explorar verbalmente os desencontros da hora H é um que seja tranquilo para o casal.
– Quem sabe na mesa, durante um jantar, quando vocês estiverem bem um com o outro: esse tipo é o momento ideal para tocar no assunto. Sem acusações nem mágoas reprimidas, a comunicação fica mais fácil e tem mais chances de ser efetiva.

Comece a conversa com elogios

Izabel é direta: se só tem coisa ruim, cai fora que então definitivamente não vale a pena. Se tem coisas boas, dê valor para elas. Essa delicadeza muda completamente o tom da conversa:
– Fale das coisas que você adora, como o beijo, a companhia ou qualquer outro detalhe. Você não quer minar a autoconfiança da outra pessoa, aliás, quanto mais segura ela se sentir, mais bem recebida será a conversa. E então você comenta que tem algo que poderiam melhorar – ensina.
A ideia, segundo a sexóloga, é começar uma conversa que não pareça uma crítica ou uma acusação, mas uma proposta. Do tipo, vamos tentar melhorar isso juntos?

Fale de si

Quando você fala de si, o outro não vai precisar se defender, porque não é uma acusação. Explique como você se sente, do que você gosta, do que você não é muito fã, o que você acha que não está funcionando. A pessoa que está contigo vai querer que você se sinta bem e esse tipo de aproximação pode fazer com que ele pense sobre o assunto.

E se ele não prestar muita atenção…

Sexo é natural, mas falar sobre sexo é mais complicado mesmo. Se você tentou dar sinais, puxou o papo ou falou como se sentia e o parceiro não fez muito caso, tente insistir:
– Talvez você tenha que dar um papo reto mesmo, mas a regra de comunicação segue a mesma. Vale começar a conversa lembrando que você já falou sobre isso mas que, talvez, não tenha sido compreendida.

terça-feira, 20 de março de 2018

parte II Orgia de luxo: casal participa de sociedade secreta e conta detalhes de noite erótica!!

Continuando...

A NOITE POR ELE
Marcos Nogueira, 44 anos, jornalista
O prenúncio da noite é ótimo. Nosso taxista ouve música erudita no último volume. A orquestra toca Concerto para Violino em Mi Menor, Opus 46, de Mendelssohn, quando o carro nos deixa na recepção de um hotel cinco estrelas de São Paulo. Nosso destino é a suíte presidencial e, para ter acesso a ela, precisamos dizer a senha a uma funcionária dentro de um tailleur discreto. A moça ouve a palavra mágica e procura em uma lista o nosso nick, codinome usado pelos casais liberais. Com um sorriso protocolar, despede-se enquanto insere no painel do elevador o cartão que nos daria acesso ao andar da festa, um dos mais altos do arranha-céu – o mesmo aposento que outrora fora ocupado por Michael Jackson.
Outro casal nos acompanha na viagem para o alto. O trajeto, sem escalas, demora poucos segundos – segundos de puro constrangimento com estranhos que, como nós, se dirigem à orgia mais sofisticada que o país veria nesta década. Ele, alto, magro e moreno, veste calça social e camisa escura; ela, com o cabelo castanho preso em um coque, usa saia preta e blusa tomara-que-caia prateada. Nós quatro evitamos qualquer contato visual e seguramos a respiração involuntariamente. Na entrada para o setor social do aposento, já com os pulmões cheios de ar, vejo duas moças. Elas mantêm a postura ereta e congelada, como guardas palacianas. Vestem apenas uma capa de tecido acetinado com capuz e máscara veneziana. Tal capa é aberta na frente e deixa à mostra os seios, a vagina e as incontáveis tatuagens das recepcionistas.
Lá dentro, numa ampla sala com vista para o skyline paulistano, o clima é de uma reunião social comum. Há casais espalhados pelos numerosos sofás, mesa de salgadinhos e garçons circulando com vinho, espumante e uísque 12 anos. Aquele encontro seria restrito à elite do meio libertino, a um petit comité de 20 casais, se tanto. Mariana e eu entramos porque conhecemos de longa data Jacques, o francês que organizou a orgia. A trabalho, estivemos em suas festas na Côte d’Azur e em um palácio barroco na Lombardia. Ele nos cumprimenta com beijos – no rosto, diga-se. Logo em seguida encontramos Júlio e Priscila, um casal do interior paulista que conhecemos na orgia da Itália. Mais adiante, cruzamos com Facundo, um argentino que estava na festa de Saint-Tropez.
Minha relação com a Madame O começou em 2009, quando Jacques deu sua primeira festa em São Paulo. Na época, eu trabalhava em uma revista masculina e fui introduzido a um universo que nunca imaginei frequentar: o das orgias de alto luxo. Filiei-me à sociedade libertina e segui o circo de Jacques pela Europa. A palavra 'circo' é apropriada porque o promoter tem uma trupe de artistas que encenam situações eróticas – do burlesco delicado ao hardcore total – para estimular os convidados a esquecer as taças de lado e transar. O Brasil representa 25% dos membros da rede. Depois da festança de 2009 houve mais duas orgias, até que os parceiros (de negócio) que Jacques tinha no país deixaram o meio devido a problemas pessoais. Ele agora busca novos interessados em ajudá-lo a reestabelecer um calendário libertino ao sul do Equador. A festa no hotel é apenas um aperitivo para o grande evento que está sendo planejado para novembro, em São Paulo ou no Rio de Janeiro.
Por volta da 1h, horário previsto para o início da “brincadeira” que, segundo o convite, deveria terminar às 4h, a coisa começa a esquentar. Em tese, eu e Mari passaríamos a noite incógnitos. Nossa condição de jornalistas, porém, é logo revelada a todos por Priscila. E isso não parece incomodar ninguém. Conversamos com nossa amiga interiorana quando, num cruzar de pernas, vejo que ela não usa calcinha. Priscila percebe que eu notei e se encolhe em recato. A poucos metros dali, as duas atrizes encapuzadas trocam carícias tíbias, interrompidas por risinhos nervosos. Jacques se aproxima delas e diz alguma coisa, possivelmente palavras de ordem. Assim que ele se afasta, as moças elevam a temperatura da encenação e passam a se pegar como se não houvesse amanhã. Fazemos a ronda dos quartos. Em um deles, um casal já faz sexo; em outro, um grupo de jovens discute alegremente.
De volta à sala, um grupo de quatro pessoas conversa em pé. Facundo, o argentino, explora com a mão esquerda cada centímetro das nádegas de uma mulher que não é a dele, sobre o vestido. Todos na roda fazem cara de paisagem. Com exceção do marido da apalpada, que tem as mãos no bolso e olha para baixo em sinal de visível desconforto. Após alguns minutos, o grupo se dispersa. Mari e eu vamos para o quarto dos jovens e nos sentamos numa poltrona. Sobre a cama, três casais ainda vestidos se divertem. Uma menina se mostra incomodada com a trilha sonora – música lounge – e sugere substituir o iPod da festa por um outro. 'Mas quem traz iPod para a suruba?', reage seu namorado. O quarto inteiro desaba numa gargalhada que, todos sabem, é fruto de uma altíssima tensão sexual.
Em poucos minutos, as piadas evoluem para brincadeiras de matiz francamente erótico. Peças de roupa caem, e os beijos dos casais ficam mais quentes. A cama seria palco da primeira troca de parceiros da noite. Nós ficamos no ambiente até o limite da possibilidade de observar a cena sem participar dela. Mari me conduz até a sala, onde duplas esparsas se pegam nos sofás. Jacques, o dono da festa, está de conversa mole com uma mulher – Claudia, sua esposa, havia ficado na Europa –, com uma mão boba aqui e uns beijinhos ali. Então vamos ao outro quarto para ver três casais numa transa coletiva. Priscila e o marido Júlio estão nesse grupo. Àquela altura, todos os convidados restantes já perderam alguma peça de roupa e se envolveram em algum ato sexual. Menos nós, que estamos lá com o objetivo de ver e registrar mentalmente a experiência toda.
É tarde, muitos já deixaram a festa e decidimos por bem ir embora. Nada contra as orgias de luxo, mas queremos privacidade neste momento: tudo o que vimos e registramos ainda nos será muito útil por várias noites.”
Reportagem feita a pedido da Revista Marie Claire.

Orgia de luxo: casal participa de sociedade secreta e conta detalhes de noite erótica!!



Gente bonita, bem-sucedida e fã de sexo grupal. Assim é a seleta lista de Madame O, sociedade secreta internacional que há oito anos promove bacanais de luxo em mansões e castelos da Europa. No mês passado, o Brasil entrou na rota dos organizadores do evento. O casal de jornalistas Mariana Weber e Marcos Nogueira – foi conferir de perto tudo sobre essa noite de prazeres sem limites.

Fora o preço da viagem até o destino exclusivo da vez – que pode ser um castelo na Toscana ou um hotel sofisticado na Côte d´Azur -, o ingresso custa 500 euros. Mas não basta ter a carteira recheada para ser admitido em uma orgia da Madame O, sociedade secreta europeia que reúne em ambientes luxuosos gente interessada em sexo a três, quatro, cinco, dez. O caminho até essas festanças hedonistas passa por um rigoroso processo de seleção, como a de um clube aristocrático. A sabatina começa com o envio de fotos – com roupa social e de banho, nada de pornografia caseira – e prossegue com um meticuloso questionário que procura identificar sua posição social e seu grau de instrução. Jacques, o chefe francês do grupo libertino, quer saber se você é linda, chique, poderosa e bem-educada. E se seu parceiro está à altura. Gostar do casal é pré-requisito para ele. Sim, do casal, pois as orgias da Madame O são frequentadas por pessoas comprometidas em busca de novos ares para turbinar a vida amorosa. E não espere encontrar por ali o que se vê nos clubes de swing: nessas festas não há espaço para a estética de rendez-vous que predomina na maioria das casas de troca de casais. Da decoração dos ambientes ao dress code, elegância é palavra de ordem.
Casados há 15 anos, os jornalistas Mariana Weber e Marcos Nogueira, conheceram a Madame O em 2009 e, em 2013 foram a algumas festas na França e na Itália. Da experiência, nasceu o livro "Sociedade Secreta do Sexo" escrito por Nogueira e lançado este mês pela editora Leya. Depois de oito anos de bacanais pela Europa, a sociedade de libertinos decidiu que era tempo de investir no Brasil e com uma orgia ainda mais exclusiva. Em vez das máscaras venezianas que dão toques de Stanley Kubrick às festas tradicionais para 200 ou 300 casais, aqui era cara limpa e apenas o grupo mais seleto. Na suíte presidencial de um hotel cinco estrelas de São Paulo, 20 casais, escolhidos a dedo por Jacques para estabelecer os pilares de sua sociedade na Terra Brasilis, formaram o que podemos chamar de a mais nova elite de devassos do país. Nossos repórteres estavam lá e contam tudo o que viram nessa noite de gemidos, orgasmos e roupas de grife voando.



A NOITE POR ELA...
Mariana Weber, 35 anos, jornalista

Como no início de qualquer festa, a conversa pré-suruba passa pelas mesmas amenidades que evitam silêncios constrangedores. Fala-se de restaurantes, filhos, massagem e até do show de Hugh Laurie, o doutor House, que acontecia naquela noite de sábado em São Paulo. Mas estamos em um encontro de uma sociedade secreta dedicada ao erotismo, e logo um comentário de uma das convidadas, Priscila, daria uma do que estava por vir: 'Falo com as pessoas sobre todo tipo de assunto. Fico amiga e até acho estranho pensar em transar com elas...' Algumas horas mais tarde, eu a veria arrancar o vestido coquetel e gozar entre três homens e duas mulheres.
Conheço Priscila de outros bacanais. Ou melhor, de duas festas na Itália que eu e Marcos participamos no fim do ano passado. Uma, mais contida, era uma espécie de esquenta para que libertinos de diversos países se conhecessem e se preparassem para a segunda, uma megaorgia que ocupou um palácio em Milão. Quando nos falamos pela primeira vez, Priscila e o marido contaram que já tinham frequentado eventos do tipo, mas não transavam com outros casais. Na faixa dos 40 (aparentando menos, principalmente ela, com corpo sarado de academia), eles gostavam de aquecer o sexo a dois com a visão de outras transas. Agora, a história era outra. Na tensão da voz dela, ficava claro que eles poderiam expandir seus limites esta noite. Como na Europa, as hostesses da festa em São Paulo recepcionam nuas e mascaradas os casais que chegam. Eu e Marcos somos um dos primeiros, junto com um rapaz de meia idade e a mulher. Ele tem jeito de italiano e usa um terno cinza bem cortado. Ela, uma bela morena de sotaque baiano, usa maquiagem cintilante e vestido preto de comprimento mídi com recorte generoso nas costas. Dentro da suíte presidencial, os olhares se cruzam mais do que o aceitável em outro tipo de ocasião. De resto, tudo é muito mais discreto do que se poderia imaginar. Os frequentadores parecem empresários ou profissionais liberais, gente que você encontraria em um almoço de negócios ou em um restaurante de alta gastronomia: seu advogado, a dona de uma loja bacana ou sua dermatologista. Todos falam baixo e se vestem com elegância. A maioria dos homens usa terno. Entre as mulheres, o preto é quase unanimidade, assim como as rendas. Um longo de oncinha salta à vista. De modo geral, estamos todas decotadas, mas sem exagero, seguindo à risca o dress code exigido no convite – que, por sinal, tinha como referência fotos das angels Alessandra Ambrosio e Izabel Goulart, com vestidos da Victoria’s Secret. Só mais tarde veríamos o teor erótico das lingeries, ou a falta delas. Aos poucos, os convidados se instalam na parte mais íntima da suíte: dois quartos e uma área com jacuzzi e sauna. Em nossa primeira incursão, vemos um casal transar (ainda vestido) sobre a cama de um dos quartos. Ele está por cima e tem as pernas dela entrelaçadas em seu corpo. A cena é quente. Ao lado da jacuzzi, uma outra dupla que no início da noite nos chamava atenção pelo jeito 'certinho demais para estar ali', transa encolhida em um sofá. No quarto seguinte, casais se esparramam pela cama e conversam animadamente como se estivessem em uma mesa de bar. 
Voltamos ao primeiro quarto, onde já acontecem três transas simultâneas – uma delas é a de Priscila e o marido, Júlio, em um sofá. Ele, sentado, segura a cintura da mulher, enquanto ela, por cima, cavalga com a parte debaixo do vestido levantada e um rebolado eletrizante. No segundo quarto, o papo agora está empolgadíssimo, quase histérico. Um rapaz de cavanhaque, sentado na cama, comenta que aquilo parece mais terapia de grupo do que suruba. Arranca gargalhadas. Depois, pergunta o que aconteceria se algum convidado fosse nu até o bar e pedisse uma bebida. Apostas são feitas, e eu sou convidada a opinar. 'O garçom ia querer participar da brincadeira', respondo, tentando soar natural embora esteja apreensiva em minha condição de observadora próxima demais dos acontecimentos.
Está na hora de alguém tomar uma atitude naquele quarto, e é a parceira do rapaz de cavanhaque, uma bela loira, quem se levanta, tira o vestido preto de alcinha e diz: 'Vou lá!'. Só que não vai. Em vez disso, só de lingerie preta e colar que lembra uma gravata prateada, volta para seu namorado, que a aguarda na cama. Ao lado, outro rapaz se levanta para pegar camisinha e informa: 'Minha mulher quer massagem. Alguém se habilita?'. Inicialmente ninguém se apresenta como massoterapeuta, então ele volta para a cama e começa a beijá-la. Lado a lado no colchão, os dois casais se agarram e arrancam o que resta de roupa. Em segundos, forma-se um emaranhado de braços e pernas e os casais vizinhos trocam de parceiros. O rapaz de cavanhaque beija e acaricia a moça morena que queria massagem. A loira se coloca por cima do namorado da massageada. Vez ou outra, mãos buscam os corpos dos parceiros originais, como que para reafirmar alguma fidelidade.
Sentados em uma poltrona em frente à cama, eu e Marcos temos uma visão privilegiada dessa etapa da orgia. Podemos acompanhar também a transa de uma moça ruiva com seu parceiro à nossa esquerda – ela, só de corpete, se posiciona de costas para ele, sentada em seu colo. A coisa está quente e é bem difícil ficar indiferente. Marcos vem e me beija. Em um esforço para fazer esta reportagem sem precisar descrever mais do que eu gostaria de ver exposto, me levanto e digo: 'Vamos para a sala?'
Nos sofás, duplas conversam, se acariciam, bebem e comem. As garotas nuas da entrada agora bancam as animadoras de torcida com uma performance de carícias sobre um divã. No segundo quarto, uma plateia se excita com a longa transa de dois casais – de lado, elas sobre eles, eles ajoelhados e elas, de costas na cama, apoiando as pernas nos peitos deles. A ação não se abala nem quando, sem querer, um desastrado liga a TV na CNN. No primeiro quarto, a suruba também está instalada e paira no ar um cheiro de corpos e perfumes. Vejo Priscila nua, encostada na parede, trocar beijos com uma mulher e receber sexo oral de outra. Elas estão cercadas por um trio masculino, que se masturba (um dos homens é Júlio). Com a voz rouca, Priscila geme: 'Vou gozar', 'vou gozar…'. E goza ali, cercada de gente. Penso em como será o dia seguinte dela, depois da intensidade daquele momento. Estou exausta, com a cabeça a mil e louca para ir embora. Mas uma festa erótica não acaba quando se cruza a porta. Lembranças vão para casa e perduram por dias, semanas. Ou mais, se você tiver sorte.”
Continua...










quarta-feira, 14 de março de 2018

Descubra como o Swing ganhou fama entre os casais




A famosa Troca de Casais cada vez mais ganha espaço e as Casas de Swing têm cada vez mais casais adeptos à novas práticas e fetiches sexuais.


 Podemos considerar que no final do Século XX o Swing passou a ganhar notoriedade de vez no mundo todo, sendo o centro de atenção de vários grupos organizados para a prática sexual respeitando suas regras originais.



De 1995 até hoje vemos pipocar nos quatro cantos do planeta casas de Swing famosas por manter a tradição e servir como espaço de interação entre os verdadeiros swingers, inclusive sendo reconhecidas legalmente como espaços de socialização para quem gosta do troca-troca entre casais.



Nos últimos anos, com o avanço da Internet para marcar encontros virtuais e trocar instantaneamente informações online contribuiu para o esclarecimento de quem sempre teve curiosidade pela prática (mas nunca conseguiu vencer a timidez) ajudou a “popularizar” o Swing.



Porém, a massificação de um tema antes considerado tabu levou muitos casais a frequentarem as casas de Swing apenas para saírem da rotina ou satisfazer uma fantasia sexual passageira. Como consequência disso, mais grupos fechados começaram a se organizar para garantir vida longa à genuína filosofia da Troca de Casais.


Será que no futuro veremos as relações monogâmicas perderem terreno para o poliamor e suas variações? Quem sabe...



Pode ser que o casamento com uma pessoa até que a morte os separe saia de moda. Talvez ainda vamos ver a era do amor livre puro, quando as pessoas saberão separar amor de sexo, família de diversão sexual. Porque é possível ter filhos e levar uma vida parecida com aquela que nossos avós tinham séculos atrás, incluindo ao mesmo tempo uma pitada de liberdade e naturalidade ao sexo, sempre mantendo o respeito à pessoa que você escolheu passar a maior parte dos seus dias.
Você concorda? Deixe seu comentário!!!
Bjs da Sra. KsalRD

Conheça a origem da prática da Troca de Casais





Desvendamos o que é e de onde veio essa estranha e deliciosa mania de trocar os casais. E descobrir na Internet todos os meandros de uma das mais antigas práticas sexuais da Humanidade é tarefa que exige paciência e muita atenção. Fui encontrar as informações que buscava em um site gringo, que explica em detalhes minuciosos toda essa história de troca de casais, casas de swing, etc. Em vez de traduzir na íntegra o que aprendi no portal da "Limitè Magazine", preferi construir um resumo do conhecimento precioso adquirido com deliciosa leitura. Divirta-se!


Era uma vez...

Historicamente não é raro perceber que nas sociedades em diversas culturas sempre esteve presente o hábito das pessoas aderirem ao relacionamento com múltiplos parceiros sexuais. Mas quando exatamente teria começado a prática do Swing como conhecemos hoje?

De acordo com o livro “The Lifestyle: A Look at the Erotic Rites of Swingers”, escrito por Terry Gould, a filosofia swinger teve início na época da Segunda Guerra Mundial: em vários vilarejos era comum perceber a prática entre os pilotos da Força Aérea dos Estados Unidos e suas esposas. Como era grande a taxa de mortalidade dos homens que se arriscavam cruzando os céus do planeta, os maridos passaram a manter fortes laços de amizade entre si, confiando o cuidado de suas esposas aos seus companheiros, que deveriam garantir o apoio emocional e até sexual caso o amigo não voltasse de alguma missão.

Mais tarde, quando terminou a Guerra da Coréia, esses grupos de militares se espalharam pelos bairros do subúrbio, levando a prática do Swingcom eles. E foi em 1957 que a imprensa percebeu o fenômeno cultural e o apelidou de Troca de Esposas. Alguns documentos registram inclusive que existiam na época “clubes de chaves”, locais onde os maridos depositavam as chaves de suas casas em um pote no meio de uma sala e as esposas sorteavam cada chave para se juntarem aos parceiros selecionados aleatoriamente.

Mas essa é apenas uma versão da história... Estudiosos dizem que naquele tempo seria quase impossível que as mulheres acompanhassem seus maridos aos locais próximos às batalhas, o que deixa dúvidas sobre os fatos. Outra possível origem do Swing moderno remonta à década de 1950, quando as bases dos pilotos da Força Aérea Americana ficaram instaladas no deserto da Califórnia. Pelo menos foi lá, na cidade de Berkeley, que surgiu no ano de 1963 a “The Sexual Freedom League”, uma das primeiras organizações oficiais de Swing de que temos notícia.

Fato é que o Swing começou a ganhar adeptos a partir dos anos 60, principalmente após o surgimento de métodos contraceptivos mais eficazes. Mas em todo o mundo – principalmente na África do Sul, Irã, Egito, China e Japão – as sociedades assumiram ao longo de séculos um estilo de vida que incluía o Swing em suas atividades rotineiras. Na França, por exemplo, é perceptível como a prática permeava as relações humanas na época de Maria Antonieta (dizem que as orgias eram organizadas por ordem da Rainha, que justamente por seus hábitos pouco convencionais acabou perdendo a cabeça na guilhotina em plena praça pública). A reportagem no "Limitè Magazine" fala ainda de líderes mundiais contemporâneos (inclusive entre grupos religiosos) que abertamente ou secretamente desfrutaram de suas opções sexuais enquanto publicamente tentavam proibir as comunidades a ter os mesmos direitos e desfrutes. Como costumamos ver, é o eterno paradoxo do "faça o que digo, mas não faça o que eu faço"...
Texto de Daniel Passos 

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segunda-feira, 12 de março de 2018

Manual para você se tornar uma esposa Putinha e dominadora





Abaixo a Sra KsalRD deixou um manual para você amiga casada se tornar uma esposa do jeitinho que seu maridinho deseja e gosta!!!

DICA nº. 1
Provoque o maior número possível de homens que te interesse, mesmo que você não vá transar com todos, seja pelo menos a fantasia deles, para que no momento certo você possa usá-los para sentir prazer e dar prazer para o seu corno.

Dica nº. 2
Durante o dia, dê ordens para o seu corno, se estiverem juntos como recompensa deixe que ele chupe seus seios, ou que te faça sexo oral até gozar, se não estiverem juntos a recompensa pode ser um vídeo seu se masturbando, uma ligação telefônica enquanto transa com o macho alfa, ou fotos insinuantes que estimule a imaginação.

Dica nº. 3
Mantenha-se provocante no dia-a-dia, mantenha seu corninho em constante estado de excitação por você. Provoque ele a todo momento, deixando-o viciado de tesão por você, e faça-o beijar seus pés e te acariciar, o maior tempo possível, a final de contas você é a rainha, faça valer seu título.

Dica nº. 4
O amor que o corno sente pela esposa é proporcional ao quão safada e putinha ela é, então não tenha vergonha de ser quem você é, se insinue, ouse e provoque muito seu corno e os amigos do seu corno, quando estiver andando com ele de mãos dadas na rua, provoque os machos que te olharem, dê piscadinhas, sorrisinhos e demonstre o quão putinha você pode ser, discretamente ou de forma escancarada, dependendo da fantasia de vocês.

Dica nº. 5
Perca a vergonha. Se o corno do seu marido te confessou que adoraria levar um par de chifres seu, extravase seus desejos, com suas roupas e atitudes, seja comida com os olhos e com as rolas. Vemos muitas hotwifes por aí que são muito safadinhas, mas na hora de se exibirem na rua, por exemplo, evitam um short bem curtinho, ou um vestido ousado com decote. O que é bonito é pra se mostrar, meninas!

Dica nº. 6
Combine com o seu corno que você deve poder sair sempre que quiser e com quem quiser, e ele vai ter que deixar e com muito prazer. Faça-o ficar em casa esperando, bem mansinho, para quando você chegar contar tudinho para ele, mostrar as fotos e videos das suas noitadas com seus amantes.

Dica nº. 7
Um macho comedor foi seduzido por você, e o encontro já está marcado? Faça o seu corno comprar aquela lingerie bem provocante, ou se não, faça-o escolher a lingerie que você vai usar para o outro macho, escolher o sapato e sua roupa. Fique bem putinha para o seu comedor.

Dica nº. 8
Seja ousada, use roupas curtas, provocantes e o mais ousadas possíveis atentando para o ambiente e para a fantasia de vocês, essa é uma dica para todas as hotwifes e aspirantes, por que ser desejada por todos que olham para você na rua não tem preço, principalmente se você está com seu corno do lado, vendo tudo e morrendo de tesão.

Dica nº. 9
Tenha MUITAS opções de amantes. Converse com vários homens que te interessem e que você sinta alguma atração física. Não precisa sair com todos, mas tenha-os à sua disposição, converse com muitos, provoque-os, seja desejada pelo maior número de homens possível. E permita que o corno do seu marido veja as putarias que te falam por mensagem sem poder opinar.

Dica nº. 10
Fotos! Tirem muitas fotos e mandem para os seus amantes, pretendentes, coloquem nas redes sociais. Apareçam, meninas! E claro, faça seu corninho tirar fotos suas para você se mostrar o máximo possível.


A sra KsalRD deu estas dicas que serve como um manual, com o intuito de ajudar as esposas putinhas a se desinibirem para que enfim possam curtir essa fantasia deliciosa junto com seus maridinhos cornos. Então esperamos que tenha ajudado a ampliar mesmo que seja um pouquinho a visão de vocês sobre essa fantasia, Valeu amigos!!!


Deixe seu comentário e sugestões de temas para que possamos fazer um blog cada vez melhor.









A Pipa do maridão literalmente não sobe mais!!

 Olá amigos, após um bom tempo sem relatar algo devido a problemas médicos do marido, por isso tivemos que parar com as festinhas e viramos ...